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terça-feira, 20 de maio de 2014

ENVIO DE CHEIRO PELO SMARTPHONE A PARTIR DE 2015

Em breve você poderá usar uma mensagem SMS para enviar odores a um amigo pelo smartphone, graças a um sistema que será lançado em 2015, mas que já começa a dar as caras neste ano.
Um aparelho cilíndrico chamado oPhone, idealizado pelo professor David Edwards (que leciona Engenharia Biométrica em Harvard), será o responsável pela geração de sinais aromáticos feitos através de pequenas misturas de vapor. Ele será acoplado ao smartphone e funcionará de forma semelhante aos aerosóis médicos, manipulando partículas.
Em entrevista à AFP, Edwards disse que em 17 de junho será lançado o aplicativo gratuito oSnap, a princípio apenas para iPhone, que contará inicialmente com 32 aromas originais. O usuário poderá criar um cheiro misturando entre um e oito odores, ou seja, pode-se fazer 300 mil combinações.
Entre os dias 17 e 31 do mesmo mês será criada uma campanha no site de financiamento colaborativo Indiegogo, enquanto, entre 19 e 31, o público poderá ver todo o sistema em funcionamento no Laboratório, espaço criado pelo professor em Paris.
Quando tudo estiver operando plenamente, a pessoa conseguirá fotografar um objeto e "ilustrá-lo" com cheiros. Então, usando o arquivo chamado oNote, poderá enviar um SMS com a composição do aroma - caso esteja com um iPhone, o destinatário usa o oPhone para baixar e sentir o odor, que será gerado por cartuchos oChips.
Quem participar da campanha de financiamento poderá comprar um aparelho por 149, sendo que depois ele estará no mercado por 199. O pacote com quatro cartuchos oChips será vendido por US$ 20.
Edwards acredita que os valores cairão à medida que o produto se popularizar e for miniaturizado. "Em um segundo momento, haverá a possibilidade de tirar uma foto, da qual um software deduzirá o odor, ajustar os odores de base cujo número aumentará com outros domínios temáticos", disse ele.

Fonte: Olhar Digital

quinta-feira, 1 de maio de 2014

APPS DE MENSAGENS SÃO OS QUE MAIS GASTAM BATERIA DOS SMARTPHONES

Um estudo encomendado pela empresa de telecomunicações Alcatel-Lucent descobriu que os aplicativos móveis que mais gastam bateria do smartphone são os de mensagem instantânea. Estão entre os mais sugadores de energia: Nimbuzz, Yahoo! Messenger, Facebook Messenger, BlackBerry Messenger, Viber e Kik. As informações são do site de tecnologia "ZDNet".
O estudo foi feito com base no uso de rede móvel em países do Oriente Médio, Ásia, Pacífico e América do Norte. A pesquisa tem como objetivo entender o impacto de alguns aplicativos nas redes de telefonia móvel das operadoras. Além disso, a empresa diz que também serve para os desenvolvedores pensarem em como suas soluções afetam o consumo de dados dos usuários.
"Descobrimos que alguns desenvolvedores de aplicativo não têm noção do quanto eles carregam a rede", disse Josee Loudiadis, diretora de inteligência de rede da Alcatel-Lucent e autora do levantamento.
Entre o ranking dos aplicativos mais "custosos" ao consumidor, pois são os que gastam mais bateria e dados ao mesmo tempo, aparecem programas como WhatsApp, Facebook e Office 365.
Os aplicativos que têm maior impacto na rede das operadoras [por exigirem grande volume de dados] são WhatsApp, Facebook, a busca do Google, YouTube e Twitter.
"Os desenvolvedores precisam entender como seus aplicativos são usados. Com essa informação, eles poderiam aperfeiçoá-las para funcionar melhor. Uma sugestão é informar o usuário que eles têm opções de configuração dentro do aplicativo, por exemplo", disse Josee.

Fonte: UOL

quarta-feira, 5 de junho de 2013

APLICATIVO PARA CELULAR E TABLET TESTA ALUNOS PARA O ENEM E VESTIBULARES

O AppProva apresenta quiz com questões
do Enem e dos principais vestibulares do país
A mania moderna de mexer no celular pode ser uma grande aliada para quem está às vésperas de prestar o vestibular. O ambiente tecnológico, cada dia mais inovador, também tem espaço garantido para a educação. Pensando nisso, a empresa mineira EI&T (Educação, Inovação e Tecnologia) desenvolveu um aplicativo, o AppProva, que une diversão e conhecimento em apenas alguns cliques.
A ferramenta, disponível gratuitamente para smartphones e tablets, é um jogo interativo, que apresenta um quiz de perguntas e respostas – são quase 10 mil questões baseadas no conteúdo das provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e dos principais vestibulares do país.
"Os questionamentos sobre o uso da tecnologia como ferramenta de auxílio na educação bem como aqueles sobre a utilização de redes sociais pelos adolescentes nos instigavam a modelar uma solução que aproveitasse o grande tempo despendido nessas redes. Ao observarmos o comportamento das pessoas em diversos jogos sociais percebemos que a interação social se tornava mais importante do que gráficos ou enredos complexos. Por fim, havia a familiaridade com um problema de difícil solução enfrentado pelas instituições de ensino: identificar as falhas sistemáticas de uma 'safra' de alunos antes da realização do vestibular uma vez que, na maioria dos casos, essa era a única vez em que eles eram expostos aos seus concorrentes", falou João Guilherme Gallo, diretor executivo da EI&T, sobre a ideia de desenvolver o dispositivo.

Campeão de download
Disponível para os sistemas Android e IOS (para Iphone), a ferramenta foi lançada no dia 2 de maio e já está no top 10 da categoria Educação da Apple Store.
O estudante Raphael Kakazu, 18, de São Paulo, testou o aplicativo e aprovou. "A proposta é legal, pois permite que você fique sempre ligado ao compromisso do vestibular. Nem sempre dá para ler um livro em um ônibus, por exemplo. E o aplicativo comporta um conteúdo que proporciona um  preparo considerável para as provas", analisou.
Porém, com tanta facilidade, vale lembrar que a ferramenta é só mais uma parceira dos vestibulandos, que não devem abandonar os métodos convencionais de estudos, como ressalta o coordenador pedagógico da EI&T, Jorge Cascardo.
"O aplicativo definitivamente não substitui as aulas, livro, apostilas e muito menos os professores. A ideia é que o aluno continue utilizando todas as ferramentas que já utilizava para se capacitar e utilize o dispositivo tanto para o lazer quanto para identificar suas dificuldades, ao perceber que tem errado sistematicamente questões sobre um determinado conteúdo ou que dependem de uma determinada habilidade. Uma vez identificada a fraqueza, o usuário poderá recorrer ao seus professores, monitores, livros e apostilas para estudar mais e resolver suas dúvidas. O foco do aplicativo não está em ensinar mas em avaliar aquilo que o aluno realmente aprendeu e assim ajudá-lo a direcionar seus estudos", esclareceu Cascardo.

A parceria tecnologia e educação
Para Harley Sato, autor e professor do Sistema Anglo de Ensino de São Paulo, nos dias atuais, não dá para pensar em educação sem tecnologia. No entanto, Sato chama atenção para o fato de que é preciso ficar atento ao teor pedagógico dessas ferramentas, "do contrário, vira Playstation".
O professor Gilberto Alvarez Giusepone Jr., especialista em Enem e diretor do Cursinho da Poli (SP), também considera as inovações tecnológicas como grandes parceiras da educação, e avalia a funcionalidade do aplicativo que já conquistou a turminha geek.
"É uma boa ferramenta e, de fato, ajuda na preparação do aluno. O fato de ser um jogo lúdico também aumenta o interesse. Sempre recomendamos que o aluno se exercite, faça simulados e provas dos anos anteriores como dinâmica de estudo. Achei interessante o fato de aparecer uma tela orientando o aluno sobre o que estudar quando ele não acerta uma questão", falou Giusepone, que também deixou uma dica aso estudantes. "Os vestibulares mudam ao longo do tempo. É bom o aluno ir atrás de vestibulares com até cinco anos. O programa não informa o ano dos vestibulares", avaliou.

João Guilherme Gallo explicou como foi elaborado o quiz do AppProva:
"Cada questão foi analisada por uma equipe de professores que identificam os conteúdos, habilidades e competências necessárias para resolvê-la. Inicialmente foram selecionadas questões do Enem e, em seguida, buscou-se manter um equilíbrio na distribuição geográfica das fontes bem como no modelo de questões, mais conteudistas ou mais interpretativas e de raciocínio".

Como funciona o aplicativo?
"No AppProva você não joga sozinho". É assim que a página do AppProva no Google Play descreve a dinâmica do aplicativo. Para participar do quiz, o usuário faz login com a senha do Facebook e, além de compartilhar os resultados, também visualiza o desempenho dos amigos - a cada semana  é possível saber quem foram os vencedores. Para acirrar o clima de "disputa", a ferramenta estipula o tempo em que as questões deverão ser respondidas.
"A dinâmica principal do aplicativo é a interação social associada ao jogo. Os alunos podem realizar 'duelos' com seus amigos nas disciplinas que se julgam mais competentes e em breve terão acesso a uma avaliação com o resumo de seu desempenho e uma análise comparativa com outros alunos da sua cidade, Estado ou que desejem o mesmo curso", explica João Guilherme Gallo, diretor executivo da EI&T.
Lançado inicialmente no Facebook – onde atraiu mais de 65 mil usuários –, em agosto de 2012, o AppProva chegou às telas de celulares e tablets após os criadores constatarem que cada vez mais o ambiente web tem como rivais os dispositivos móveis, "que tomam praticamente 100% do tempo dos usuários", como considerou Gallo.
Recentemente, pesquisa desenvolvida pela empresa norte-americana Pew Internet & American Life Project revelou que 78% dos jovens com idades entre 12 e 17 anos usam telefones celulares e quase a metade de seus aparelhos têm acesso à internet.

Fonte: UOL

segunda-feira, 1 de abril de 2013

TECNOLOGIA EM EXCESSO É PREJUDICIAL


Os celulares emitem energia de radiofrequência (ondas de rádio),
uma forma de radiação eletromagnética
Você conhece alguém que não tem celular? Provavelmente, não. Também, não é para menos: calcula-se que existam sete bilhões de pessoas hoje no planeta, e nada menos que seis bilhões de celulares. Isso sem falar nos inúmeros gadgets: iPad, iPhone, smartphone e laptop, entre outros. Com tanta tecnologia cada vez mais acessível, é difícil não estar, de alguma forma, inserido na "rede".
Mas e a saúde, como fica nesse contexto? São várias as teorias a respeito, desde suspeitas de que usar celular demais dá câncer até a constatação de que existe uma geração de viciados em internet – o que, obviamente, desencadearia no mínimo problemas sociais aos hiperconectados.
Em relação ao uso do celular, é importante considerar que seu emprego não para de crescer: o Brasil terminou o ano de 2010 com um total de 202,94 milhões de aparelhos, o que representa um avanço de 16,66% em relação a 2009, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
"Ao longo do tempo, o número de chamadas por dia e a duração de cada chamada também vem aumentando", salienta Maurício Mandel, neurocirurgião formado pela Universidade de São Paulo, membro da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN).
Os celulares emitem energia de radiofrequência (ondas de rádio), uma forma de radiação eletromagnética. Tal radiação pode ser de dois tipos, ionizante (raios-X e raios cósmicos) e não ionizante (radiofrequência). "O celular emite este segundo tipo e, até agora, não há evidência de que a radiação não-ionizante leve à doença. O primeiro tipo, ao contrário, é conhecido como indutor do câncer. Tanto que pessoas que trabalham com raio-X – técnicos, médicos, enfermeiras – fazem testes regularmente para ver se a exposição provocou a formação de tumores", diz o especialista.

Fonte: UOL